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Portela 1933: Voando para a Glória
O segundo concurso das escolas de samba contou com a participação de 28 agremiações. O jornal "O Globo" substituía o periódico "O Mundo Esportivo" e patrocinava o evento, que prometia um sucesso ainda maior do que o obtido no ano anterior. O desfile estruturou-se, ganhou o apoio do prefeito Pedro Ernesto, mas estava ainda muito aquém do reconhecimento pretendido pelos sambist ... Ver mais

Portela 1934: Academia do Samba
O desfile de 1934 foi antecipado para o dia 20 de janeiro, dia de São Sebastião, para homenagear o prefeito Pedro Ernesto, o político que mais ajudou as escolas de samba em seus difíceis primeiros anos. O Campo de Santana foi minuciosamente preparado para receber as 17 agremiações inscritas para o concurso. Chovia muito quando a Vai Como Pode, 9ª escola a desfilar, iniciou sua apresentaç&at ... Ver mais

Portela 1935: O Samba Dominando o Mundo
O ano de 1935 começava com uma grande novidade: a oficialização dos desfiles. Essa foi indiscutivelmente uma grande vitória para os sambistas, que poderiam, a partir de então, contar com uma subvenção regular da prefeitura. Claro, era apenas o início, o que as escolas de samba ganhavam era infinitamente inferior à subvenção disponível para os Ranchos e Grandes Soc ... Ver mais

Portela 1936: não houve enredo
Pela primeira vez, a Portela desfilava com seu nome definitivo: Grêmio Recreativo Escola de Samba Portela. O nome anterior, Vai Como Pode, foi considerado inadequado pelo delegado Dulcídio Gonçalves, responsável pelas licenças obrigatórias que as escolas precisavam obter para se regularizarem. Como Grêmios Recreativos, as escolas puderam comemorar mais uma vitória na interminável busca ... Ver mais

Portela 1937: O Carnaval
    O carnaval de 1937 aconteceu meses antes do golpe do Estado Novo, e os primeiros sinais das mudanças políticas puderam ser verificados. O Departamento de Turismo, sob direção do Doutor Wolf Teixeira, havia marcado o desfile para a Praça XI. Mais uma vez, o sonho dos sambistas de desfilarem na imponente Avenida Rio Branco tinha sido adiado. Trinta e duas agremiações se inscreveram ... Ver mais

Portela 1938: Democracia no Samba
    Atendendo aos pedidos do delegado Dulcídio Gonçalves, as autoridades tiraram os desfiles da Praça XI, considerada inadequada. O novo local seria o Campo de Santana, que já havia sido palco do desfile especial ocorrido em 1934. Pela primeira vez, constava no regulamento a proibição de carros alegóricos ou carretas, ainda resultado do desfile da Vizinha Faladeira no ano anterior. T ... Ver mais

Portela 1939: Teste ao Samba
    O ano de 1939 era fundamental para a Portela se consolidar como grande escola. Campeã pela primeira e única vez em 1935, os confusos desfiles dos anos seguintes não permitiram que a vitória voltasse para Oswaldo Cruz. Paulo, após anos dividindo sua atenção no carnaval entre sua escola e os compromissos que a fama exigia, finalmente poderia se dedicar integralmente aos preparativos d ... Ver mais

Portela 1940: Homenagem à Justiça
    O grande sucesso do desfile de 1939 encheu os portelenses de esperança para a disputa do bicampeonato. O enredo era "Homenagem à Justiça", idealizado por Lino Manuel dos Reis e desenvolvido com o auxílio de Euzébio, Nô e Hilton. Para encantar mais um vez a Praça XI, Lino preparou várias alegorias, entre elas as que representavam a liberdade e a justiça. A ... Ver mais

Portela 1941: Dez Anos de Glórias
    Era dia 21 de fevereiro de 1941. As escolas de samba desfilavam cientes de que o prestígio de que gozavam crescia a cada ano. Nesse carnaval, entretanto, o recrudescimento da guerra na Europa traria como conseqüência um menor destaque para a festa na imprensa. Nada que pudesse abalar a animação dos sambistas, afinal "guerra" ainda era uma palavra distante da realidade dos poetas do morro. ... Ver mais

Portela 1942: A Vida do Samba
    Quando a Praça XI foi anunciada como palco do carnaval de 1942, os protestos dos sambistas foram imediatos. Apesar da relação histórica entre a praça e o samba, a região estava quase totalmente destruída, pois a construção da Avenida Presidente Vargas entrara na reta final. Na época, resistiam apenas as construções que se erguiam no lado extern ... Ver mais

Portela 1943: Carnaval de Guerra
    Se antes os horrores da guerra estavam distantes dos sambistas, o ano de 1943 trouxe para o Brasil os pesadelos que atormentavam a Europa. O afundamento de navios brasileiros, creditado à ação de submarinos alemães, motivou a declaração de guerra do Brasil aos países do eixo. Entre os náufragos que sobreviveram aos ataques, estava um jovem que viria a ser um dos maiores co ... Ver mais

Portela 1944: Motivos Patrióticos
    O clima de tensão no período próximo ao carnaval de 1944 era tamanho que a União Geral das Escolas de Samba divulgou nota oficial que, entre outras coisas, facultava a suas filiadas a condição de desfilar. Nove escolas participaram do carnaval, apesar de não contarem com a subvenção da prefeitura. Nenhum órgão de imprensa designou repórteres pa ... Ver mais

Portela 1945: Brasil Glorioso
    O ano de 1945 não começa mais animador para os sambistas. A tensão na Europa continuava e a participação direta dos pracinhas na Itália fez desaparecer completamente a alegria, fundamental para a festa do carnaval. O desfile ocorreu no Estádio de São Januário, sede do Clube de Regatas Vasco da Gama. A imprensa só lembrou do espetáculo para registrar o ... Ver mais

Portela 1946: Alvorada do Novo Mundo
    Mal terminou a guerra e os sambistas começaram a fazer planos para o carnaval de 1946. Seria um espetáculo grandioso. As escolas que preferiram se afastar durante o período do conflito voltariam em grande estilo. Animada, a União Geral das Escolas de Samba decidiu que todas as agremiações teriam que trazer enredos alusivos à vitória aliada. O desfile, marcado para a Aveni ... Ver mais

Portela 1947: Honra ao Mérito
    O carnaval de 1947 foi considerado o "Carnaval da Paz", e mais uma vez o desfile aconteceria na Avenida Presidente Vargas, com o palanque da comissão julgadora montado diante da escola Rivadávia Correia. Lino Manoel dos Reis e Euzébio idealizaram o enredo "Honra ao mérito", que prestava justa homenagem a Santos Dumont, pioneiro da aviação. Juntos, Lino, Euzéb ... Ver mais

Portela 1948: Exaltação à Redentora
    Para o carnaval de 1948, o artista Lino Manuel dos Reis preparou o enredo "Exaltação à redentora", ou, simplesmente, "Homenagem à Princesa Isabel". Contaria, dessa forma, a vida e os feitos da regente que assinou a Lei Áurea e libertou definitivamente os escravos do Brasil.   Heptacampeã, a escola de Oswaldo Cruz se preparava para manter sua hegemonia no carnaval ... Ver mais

Portela 1949: Despertar do Gigante
    As conseqüências do polêmico resultado do ano anterior ofuscaram bastante o brilho do carnaval de 1949. Liderados por Mangueira e Portela, 25 escolas romperam com a Federação das Escolas de Samba, passando a integrar o desfile da União Geral das Escolas de Samba do Brasil. A partir desse ano, a divisão no mundo do samba foi institucionalizada.   Dois desfiles distintos passaram a ... Ver mais

Portela 1950: Riquezas do Brasil
    Com o PCB na ilegalidade, Major Paredes assumia a presidência da UGES, prometendo lutar para pacificar o mundo do samba. Contudo, mesmo conseguindo que seu desfile fosse também reconhecido como oficial pelo poder público, a divisão entre escolas e suas entidades ainda existia, repetindo o que acontecera no ano anterior, em que dois desfiles diferentes dividiram a atenção dos sambistas. &nb ... Ver mais

Portela 1951: A Volta do Filho Pródigo
    Com as escolas ainda divididas, o carnaval de 1951 estava fadado a repetir os mesmos problemas dos anos anteriores. A União Geral das Escolas de Samba preparava seu desfile na região da Praça XI e, como nos anos anteriores, ignorava completamente o que acontecia com as escolas filiadas à outra entidade. Sob a tutela da UGES, 20 escolas brigariam pelo título do carnaval daquele ano.   Como ... Ver mais

Portela 1952: Brasil de Ontem
    O carnaval de 1952 chegava com uma grande notícia para os sambistas: finalmente a tão sonhada unificação aconteceria. A fusão da Federação com a União Geral das Escolas de Samba possibilitou o surgimento da Associação das Escolas de Samba, que nascia reunindo as principais escolas de samba do Rio de Janeiro. Quase todas, pois a Confederação das Esc ... Ver mais

Portela 1953: As Seis Datas Magnas
Mal acabou a polêmica anulação do resultado de 1952, os sambistas começaram a fazer planos para o carnaval seguinte. Após três anos com estas escolas filiadas a entidades diferentes, o grande confronto entre Portela, Mangueira e Império Serrano tinha ido por água abaixo. Agora, o tão esperado encontro parecia inevitável.   Para o sambista, a espera pelo carnaval seguinte n ... Ver mais

Portela 1954: São Paulo Quatrocentão
    No ano em que completava seu quarto centenário de fundação, a cidade de São Paulo se transformou em tema da Portela. "São Paulo Quatrocentão" era o título do enredo idealizado por Lino Manuel dos Reis, que pretendia repetir o estrondoso sucesso obtido no ano anterior, triunfando mais uma vez sobre as adversárias.   A novidade esse ano era que, pela primeira v ... Ver mais

Portela 1955: Festa Junina em Fevereiro
    Todo carioca, sobretudo o que teve a graça de nascer no subúrbio, sabe que o calendário festivo tem duas datas fundamentais: em fevereiro, o carnaval, a festa do verão; e em junho, as festas juninas, no gostoso friozinho do inverno. No ano de 1955, esse tradicional calendário foi modificado, pois a Portela resolveu juntar as duas festas numa só, levando para a Presidente Vargas o enredo &q ... Ver mais

Portela 1956: Riquezas do Brasil
    O ano de 1956 encerrou a série de cinco anos em que os desfiles ocorreram sobre o tablado da Avenida Presidente Vargas. Além do barulho, a concentração de muitos espectadores em volta do local provocava tumultos constantes. O desfile aconteceu no domingo, 12 de fevereiro, com 19 escolas disputando o título do Grupo 1. Por volta da meia-noite começaram os distúrbios envolvendo a ... Ver mais

Portela 1957: Legados de D. João VI
Com os problemas dos anos anteriores, a principal preocupação da Diretoria de Turismo e Certame da Prefeitura, para o carnaval de 1957, foi a organização dos desfiles. Para isso, a primeira medida foi transferir as apresentações das escolas de samba da Avenida Presidente Vargas para a Avenida Rio Branco. Além disso, uma equipe valiosa de técnicos foi contratada. Essa tentativa, no entanto, n ... Ver mais

Portela 1958: Vultos e Efemérides do Brasil
Apesar do cansaço que já se abatia sobre seus componentes, a Portela entrou na Avenida Rio Branco já pela manhã para conquistar o título do carnaval de 1958. Com o enredo “Vultos e Efemérides do Brasil”, a escola de Oswaldo Cruz e Madureira repetiu o feito do ano anterior, sagrando-se a bicampeã do carnaval daquele ano.   O desfile da Portela começou já com o dia cl ... Ver mais

Portela 1959: Brasil, Pantheon de Glórias
"Portela, absoluta, é tricampeã!". Foi com esta manchete que os cariocas amanheceram na sexta-feira, 13 de fevereiro, cinco dias após os desfiles do Grupo 1. A Portela conquistava seu 14º título, fechando a década de 50 com cinco campeonatos. O enredo "Brasil, Pantheon de Glórias" havia somado 102,5 pontos, à frente do GRES Acadêmicos do Salgueiro, com 101 pontos, ... Ver mais

Portela 1960: Rio, Capital Eterna do Samba
O desfile de 1960 aconteceu entre momentos de chuva fina e chuva forte. Era dia 28 de fevereiro e as 12 escolas, reunindo cerca de 6 mil componentes prontos para evoluir na Rio Branco, disputavam um prêmio de Cr$ 110 mil. O desfile estava marcado para começar às 20h00 e iria terminar cerca de 15 horas depois.   As quatro grandes escolas - Portela, Mangueira, Império Serrano e Salgueiro - não tinham grandes ... Ver mais

Portela 1961: Jóias das Lendas do Brasil
    A forte chuva e o atraso marcaram novamente o desfile da Portela em 1961, quando a escola foi a última a entrar na Avenida, já na manhã de segunda-feira, dia 13 de fevereiro. Mesmo assim, "nem os mais ardorosos torcedores das outras dez escolas que haviam desfilado pela Avenida Rio Branco, desde as 22 horas do domingo, tinham dúvidas sobre a vencedora do primeiro carnaval do Estado da Guanabara&quo ... Ver mais

Portela 1962: Rugendas (Viagens Pitorescas Através do Brasil)
    Contrariando as previsões dos críticos de que os bailes de carnaval estariam restritos aos salões dos grandes clubes, o ano de 1962 marcou o renascimento do carnaval de rua. Bandos de foliões, em blocos e cordões, tomaram as ruas da cidade no que foi considerado o maior carnaval da época. Até a previsão da meteorologia, de chuva para os quatro dias de folia, foi por ág ... Ver mais

Portela 1963: Barão de Mauá e Suas Realizações
    O ano de 1963, do ponto de vista político, prometia ser conturbado. Em janeiro, os brasileiros haviam participado de um plebiscito para manter o parlamentarismo ou retornar ao presidencialismo. O presidencialismo venceu e o poder retornou para as mãos do presidente João Goulart (1919-1976). O povo comemorou o carnaval em clima de festa democrática.   O desfile do Grupo 1 da antiga Associaç ... Ver mais

Portela 1964: O Segundo Casamento de D. Pedro I
O sucesso de um minueto apresentado pelo Salgueiro em plena avenida de desfile, no ano anterior, demonstrava que o samba, para protesto de muitos, estava realmente passando por um acelerado processo de transformação.   Para os portelenses, tal ousadia representava uma clara evidência de que a escola tijucana pretendera demonstrar ostentação, e o resultado final comprovava o sucesso da proposta. As avalia&c ... Ver mais

Portela 1965: Histórias e Tradições do Rio Quatrocentão
    No primeiro carnaval após o Golpe Militar de 1964, a Portela vivia a expectativa de ser bicampeã, após o belo carnaval do ano anterior.   Como novidade, todas as escolas abordaram o Rio de Janeiro, que completava 400 anos de fundação, e a cidade foi toda decorada com temas referentes às obras de Debret e Rugendas. E foi nesse ano que foi criado o Desfile das Escolas Campeãs, ... Ver mais

Portela 1966: Memórias de Um Sargento de Milícias
    O ano de 1966 foi um dos mais trágicos da história recente do Rio de Janeiro. Fortes chuvas castigaram a cidade nas semanas que antecederam o carnaval e causaram enormes danos para a população. Algumas escolas chegaram a ter suas quadras destruídas pela força das tempestades. Diante do estado de calamidade, algumas pessoas não encontravam motivos para brincar carnaval. Entretanto, o ... Ver mais

Portela 1967: Tal Dia é o Batizado
                        "Tal dia é o batizado" entrou para a história como a senha usada pelos inconfidentes mineiros para iniciar a revolta. Foi esse também o título do enredo desenvolvido por Nelson Andrade e Juvenal Portela, que pretendiam mostrar na avenida um pouco dessa parte importante da História brasileira.   A chuv ... Ver mais

Portela 1968: O Tronco do Ipê
                         A primavera em Praga, os estudantes em Paris e os carnavais jamais seriam os mesmos depois de 1968. No Brasil da Ditadura, as passeatas estudantis e a mobilização pela volta da democracia culminariam com a decretação do Ato Institucional número cinco – o famoso e fatídico AI-5, que decretou o fecham ... Ver mais

Portela 1969: As Treze Naus
                        Em 1969, a tarefa de desenvolver o carnaval da Portela coube a Clóvis Bornay, uma das figuras mais importantes do carnaval carioca. Ficou definido que o enredo seria sobre a saga de Pedro Álvares Cabral, que, segundo a historiografia da época, partindo de Portugal em direção às Índias, acabou descobrindo ... Ver mais

Portela 1970: Lendas e Mistérios da Amazônia
                          O ano de 1970 foi inesquecível para os portelenses. Sem vencer desde 1966, a entrada da Portela, 10ª e última escola a desfilar, era aguardada com muita expectativa pelo público que lotava as arquibancadas montadas na Av. Presidente Vargas.   Ao som do recém-lançado "Foi um rio que passou em m ... Ver mais

Portela 1971: Lapa em Três Tempos
    Inspirados em um samba de 1938 interpretado por Orlando Silva, “Abre a Janela”, que cantava as desventuras de um malandro dividido entre o amor e a farra, Ary do Cavaco e Rubens tiveram um grande desafio ao compor um samba de tamanha qualidade quanto o samba portelense do inesquecível campeonato de 1970. Muito bem sucedidos, os versos do samba-enredo da Portela em 1971 “Abre a janela formosa mulher, cantav ... Ver mais

Portela 1972: Ilu Ayê
    Para o desfile de 1972, a Portela atribuiu a responsabilidade de desenvolver seus enredos a um departamento cultural, sob a organização e liderança do médico e pesquisador Hiram Araújo. "Ilu ayê" foi o primeiro trabalho realizado por esse departamento, e contou com a participação do compositor Antônio Candeia Filho, grande defensor das tradições a ... Ver mais

Portela 1973: Pasárgada, o Amigo do Rei
    Para comemorar meio século de existência, a Portela resolveu contar na avenida o poema "Vou-me embora pra Pasárgada", do falecido poeta Manuel Bandeira, fazendo uma alusão a sua própria história.   Chovia muito no centro do Rio de Janeiro, mas o público se manteve fiel e aguardou ansioso pela entrada da Portela. O velho Natal, sempre acompanhado pelo médico, c ... Ver mais

Portela 1974: O Mundo Melhor de Pixinguinha
                          Com a Avenida Presidente Vargas impossibilitada devido às obras para a construção do metrô carioca, o espetáculo das escolas de samba foi transferido para a Avenida Presidente Antônio Carlos, ficando as concentrações nas ruas Primeiro de Março e Erasmo Braga.   Atestando a popu ... Ver mais

Portela 1975: Macunaíma, Herói de Nossa Gente
                            "E o homem sou eu, minha gente, e eu fiquei pra vos contar a história. Por isso que vim aqui. Me acocorei em riba destas folhas, catei meus carrapatos, ponteei na violinha e em toque rasgado botei a boca no mundo cantando na fala impura as frases e os casos de Macunaíma, herói de nossa gente. Tem mais nã ... Ver mais

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