Alberto Lonato
Quem passava por Oswaldo Cruz dificilmente notava a presença de um senhor magrinho e franzino. Talvez a elegância chamasse a atenção. Bem vestido, sempre de chapéu e terno, educado, galanteador, sempre apressado para o trabalho. Alberto Lonato deixou belas poesias, algumas delas gravadas pelo amigo e companheiro de trabalho Paulinho da Viola.
Nascendo em Quintino
Alberto Lonato da Silva nasc ... Ver mais
Alcides Dias Lopes
Integrante da primeira geração de grandes compositores da Portela, Alcides Dias Lopes, carinhosamente conhecido como "malandro histórico", é sempre lembrado pelos antigos portelenses, que aprenderam um pouco da arte de compor verdadeiras preciosidades musicais. Nascido em 17 de dezembro de 1909, Alcides deixou seu nome gravado na história da Portela, escola que viu nascer, crescer e se ... Ver mais
Alvaiade
"O dia se renova todo dia
E eu envelheço cada dia e cada mês
O mundo passa por mim todos os dias
Enquanto eu passo pelo mundo uma vez"
Esses versos retratam toda a força da poesia popular. A beleza na simplicidade das palavras, que filosofam sobre a natureza e a existência humana. Esse é o artista popular. Não precisa fazer citações complexas, muito menos utiliz ... Ver mais
Alvarenga
Portelense que se incorporou ao grupo logo após sua fundação, Ernani Alvarenga é uma importante figura para a história de nossa escola. Autor do primeiro grande sucesso que a "Vai Como Pode" apresentou em desfile, é sempre reverenciado como um de nossos principais baluartes.
Nascido em 1914, o paulistano Ernani Alvarenga é mais um nome de destaque no "Celeiro de ba ... Ver mais
Antônio Caetano
Antônio Caetano é uma personalidade fundamental para a história da Portela e do carnaval carioca.
Nascido em 10 de setembro de 1900, filho de João Manoel Caetano e Raquel da Silva Caetano, o jovem Antônio da Silva Caetano foi, talvez, o principal responsável pelos rumos que nosso grande espetáculo seguiria, inventando traços e códigos que, anos mais tarde, tornar-se-iam car ... Ver mais
Antônio Rufino
Nascido em 03 de março de 1907, Antônio Rufino dos Reis, filho de Rufino Esteves dos Reis e Teodomira Merenciana dos Reis, era o mais novo dos 3 amigos que tiveram a iniciativa de fundar o "Conjunto Carnavalesco de Oswaldo Cruz".
Juntos, Antônio Rufino, Antônio Caetano e Paulo da Portela formaram o trio que decidiu os destinos da Portela em seus primeiros anos. Antônio Rufino foi fundad ... Ver mais
Boaventura dos Santos
Em uma de suas mais famosas obras, Monarco diz: "Se eu for falar da Portela, hoje eu não vou terminar". Feliz da escola que tem uma história tão rica e gloriosa quanto a nossa. São conquistas históricas, sambas antológicos e personalidades que formariam uma interminável escritura, a essência da verdadeira enciclopédia musical brasileira. Se nossa hist&oac ... Ver mais
Candeia
Candeia. Como defini-lo?
Menino de Oswaldo Cruz, filho de Portelense tradicional, jovem compositor campeão do nosso carnaval, um dos maiores vencedores de sambas da Portela, maior partideiro de todos os tempos, fiel defensor da nossa cultura popular...
Candeia. Fogo intenso do samba, chama imortal da arte, luz que inspirou todos os apaixonados pela verdadeira cultura brasileira, guerreiro que mesmo sem andar difundiu su ... Ver mais
Chatim
Tompson José Ramos, mais conhecido como Chatim, é presença certa na vasta galeria de grandes sambistas portelenses. Nascido em 7 de setembro de 1915, Chatim, juntamente com seu irmão mais velho Bibi, foram dois importantes nomes dos primeiros anos da Portela. Com seus sambas, a Portela conquistou campeonatos, aumentou sua legião de fãs e se tornou ainda maior e mais importante.
O ... Ver mais
Chico Santana
Francisco Santana, ou simplesmente Chico Santana, nasceu no dia 22 de setembro de 1911, em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Mais do que qualquer outro compositor, Chico Santana teve a sensibilidade de transformar em música o jeito portelense de ser, traduzindo em belas canções seu amor pelas cores de sua escola de coração. Faleceu no dia 26 de março de 1988, aos 76 anos, deixand ... Ver mais
Clara Nunes
Clara. Clara Francisca. Clara Nunes. Clara Mineira, Guerreira e Sabiá.
Clara, claridade que como um feixe de luz iluminou nossas vidas. Saudosa lembrança clara, como o sonho de quem sonha viver o próprio sonho.
Clara, clara como o sol, clara como a lua, clara como a natureza é clara, como as águas são claras e puras. Clara como a vida.
Pés descalços na terra molhada, ... Ver mais
Claudionor Marcelino
Artista, genial, mágico...esses são alguns adjetivos que fazem parte do vocabulário dos amigos quando pedimos para comentar sobre Claudionor Marcelino dos Santos. A Praça XI foi seu palco principal e até hoje, época do imponente sambódromo, ainda não apareceu quem rivalizasse com ele na arte de sambar.
Claudionor foi portelense dos primeiros anos, um de nossos principais f ... Ver mais
Colombo
Falar sobre Colombo ainda me faz sentir um misto de tristeza e de saudade deixado pela sua ausência física. Colombo não morreu, permanece vivo em nossas lembranças.
Coube a mim, como sua filha, e uma das criadoras do Portel@web, redigir o texto para o "Celeiro de Bambas". Mas meu pai é tão incrível que já deixou o texto pronto e apenas tive o “trabalho&rdquo ... Ver mais
Dona Esther
Para uns, Esther Maria de Jesus; para outros, Esther Maria Rodrigues. Não importa, o que entrou para a história da Portela, e do bairro de Oswaldo Cruz, foi simplesmente a alcunha "Dona Esther". Nascida em 14 de fevereiro de 1896, Dona Esther nunca integrou diretamente a Portela, mas sua presença foi fundamental para que a escola surgisse e trilhasse seu vitorioso caminho.
Sua lembrança ho ... Ver mais
João Nogueira
"João de todos os sambas", "espelho" da "boca do povo".
"Vida boêmia" que fez "o grito do subúrbio com o som da Lapa" ser ouvido "pelas terras do pau-brasil", como numa "parceria" com "Wilson, Geraldo e Noel".
"O homem dos quarenta" cantou "Chico Buarque". "Vem que tem" "Clube do Samba", " ... Ver mais
Manacéia
“Ah, quantas lágrimas eu tenho derramado/só em saber que não posso mais/reviver o meu passado...”
Quando esses versos estouraram em meados da década de 70, em todas as rádios, na voz da jovem cantora Cristina Buarque de Hollanda, o Brasil, enfim, pôde conhecer o grande compositor Manacéia (Manacé José de Andrade), autor dos sambas-enredo Princesa Isabel ( ... Ver mais
Natal
Natalino José do Nascimento, nascido em Queluz, mas carioca de corpo e alma. Era um valente. Não um valente como tantos outros existentes, mas um valente único. Um homem que deixou sua marca na história do samba carioca, na história da cidade do Rio, na história da mais carioca das contravenções: o jogo do bicho, é claro. Deixou, como aprendizado, o que é ser Po ... Ver mais
Osmar do Cavaco
Pandeiro, tantã e tamborim estão em seus lugares. A cerveja, quase gelada. Os saborosos quitutes estão acabando de sair do fogão. É mais uma gostosa roda de pagode sendo preparada. E lá vem um senhor sorridente, trazendo consigo um cavaquinho. Pronto, agora já pode começar, não falta mais nada. Osmar do Cavaco já chegou, trazendo, principalmente, sua alegria ... Ver mais
Zé Ketti
José Flores de Jesus, o nosso Zé Kétti, nasceu em 16 de setembro de 1921, em Inhaúma, bairro onde viria a passar os seus últimos dias. Seu apelido musical vem dos tempos de infância, quando gostava muito de observar as coisas ao seu redor. Desta faceta de seu temperamento veio o apelido "Zé Quietinho", que depois se transformaria em "Zequéti" e por fim em &qu ... Ver mais